22 de out de 2014

Você moraria numa casa feita de garrafas PET?






Muito belo trabalho, apesar da mistura de muitos produtos diferentes com geração futura de resíduos distintos. As cadeias de reciclagem já estabelecidas, como a do PET, devem ser priorizadas em detrimento a outros usos, sempre que possível, tendo sempre em mente que “Um dia tudo vira lixo!”

Precisamos agir hoje pensando a longo prazo, nas futuras gerações. O que será mais fácil de reintegrar ao meio ambiente? tijolo e cimento ou PET e cimento? 

Isto só poderá ser afirmado com o devido critério a partir de uma avaliação dos ciclos de vida mas a princípio prefiro deixar o PET seguir a cadeia de reciclagem. Devemos estar sempre atentos a esta avaliação, pois há outros casos a se pensar. Madeira de plástico, outro exemplo, mistura de metal e plástico que estamos deixando para as futuras gerações.  

Um dos principais gargalos da reciclagem ainda é a coleta seletiva. Alguns produtos constituídos de materiais recicláveis já em desuso nunca tiveram seus “componentes recicláveis” reciclados, como o exemplo dos disquetes. Desmontar e separar componentes de produtos para recuperação de seus constituintes recicláveis ainda é tarefa cara. Se o enfoque destas soluções “fantásticas”, que misturam materiais, não vier em conjunto com a conscientização da sociedade da importância da separação destes materiais quando virarem lixo, continuaremos no mesmo caminho atual – materiais recicláveis sem reciclagem! A discussão está no ar, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de PET.




Saiba mais sobre o assunto no link: Prismatica Construa sua casa com PET
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