21 de mar de 2014

Mercúrio - conheça os riscos e previna-se



Conhecidas pelo menor consumo de energia, as lâmpadas compactas entraram com força no mercado brasileiro a partir de 2001, quando o "apagão" nos forçou a mudar nossos hábitos de consumo de energia. No mundo todo, o crescimento de sua produção pode ser visto no gráfico acima com estimativa até 2020. Após 2020, já se acredita que as lâmpadas de led, ainda muito caras, e as de oled (led orgânico), ainda sem entrada no mercado, substituam definitivamente as lâmpadas com mercúrio. 


O gráfico mostra também a redução de mercúrio na produção de lâmpadas, ao longo dos últimos anos. Apesar disso, muito cuidado deve ser tomado com seu descarte, principalmente evitando que se quebrem, quando o risco de contaminação é aumentado. O mercúrio tem efeitos nocivos na saúde, podendo afetar o cérebro, o coração, os rins, pulmões e o sistema de imunidade. A toxicidade do mercúrio varia de acordo com a sua forma química, concentração, meio de exposição e a vulnerabilidade do individuo exposto. Saiba como descartar e o que fazer em caso de lâmpadas quebradas: Como descartar lâmpadas compactas

Em 2013, o Brasil e mais 140 países assinaram a Convenção de Minamata sobre Mercúrio, que define prazos para a redução, controle e eliminação do mercúrio em processos industriais e artesanais em todo o mundo. A medida não banirá o uso do metal, mas estabelecerá rigorosos protocolos internacionais de segurança, com o objetivo de reduzir os riscos na utilização de um dos elementos mais tóxicos para a natureza.

O relatório Mercúrio - Hora de Agir, publicado pela UNEP em 2013, traz essas e outras informações e pode ser acessado no link:     Mercúrio - Hora de Agir
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